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Quinta-feira, Novembro 10, 2005



Por Garantia

Ouvi comentários, algumas lendas chegaram aos meus ouvidos. Sei lá, só pra garantir... Resolvi escrever qualquer coisinha pra mostrar que isso aqui ainda tem dono. Acalmem-se... logo eu retornarei! (Essa última frase seguida de uma gargalhada. Sabe aquelas dos filmes de terror???? Essa mesma!!!!)

Voltemos à nossa programação normal...

.: Deixado ao acaso por Tïtto Dï Armanï, às 08:32 :. Duvido que você comente:

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Quarta-feira, Março 09, 2005



La Garantya Soy Yo!

"Fazer um amigo é um dom,
Ter um amigo, é uma graça,
Conservar um amigo é uma virtude,
Mas, ter EU como amigo, fala sério!!!
É uma honra."

Aqueles que achavam que haviam livrado-se de mim: Chorem, esperneiem, batam com a cabeça na parede! Eu voltei! Estou aqui na tríplice fronteira, vivo, casado, mais brozeado e bem. Alias muito bem!!!! Mas por enquanto isso é apenas um oi, logo volto aqui para contar lorotas. (risos)


Voltemos à nossa programação normal...

P.S.: Tô aceitando encomendas de "souveniers" ( Aí Cléo, é assim?) com uma pequena comissão de envio é lógico!

.: Deixado ao acaso por Tïtto Dï Armanï, às 23:05 :. Duvido que você comente:

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Quarta-feira, Dezembro 22, 2004



Opa...e aí beleza?

Tô vivo ainda galera, mas sem muita vontade de escrever. Queria agradecer a todos aqueles que frequentemente estão aqui lendo as minhas besteiras e tentativas de ser engraçado. Quando criei o Farpas & Fatos não sabia bem o que iria fazer por aqui (Até agora não descobri ao certo!), mas através dele descobri um grande prazer, o da leitura. Não apenas livros, mas também de outros blogs que estão por aí. Claro que existe muito lixo, mas existe também excelentes "blogueiros". (Não, não! Nem pensem que estou me colocando na posição de excelente). Nesse ano decidi que até a minha passagem (Dessa pra uma melhor!) eu comprarei ao menos um livro todos os meses. Não que nunca tivesse lido, mas nunca tive o prazer de uma leitura e descobri apenas agora isso. Não deixarei isso acontecer aos meus pequenos e darei essa chance a eles.

Bom, um fato que não poderei deixar de informar. O F&F ficará algum tempo sem atualizações, e não sei ainda dizer o que é o "algum tempo". Semana que vem (se o bom Deus permitir!) pretendo mudar-me, construir uma nova vida em outra cidade ao lado da pessoa que há pouco mais de um ano mostrou-me um treco chamado blog. Ela já foi inspiração para muitos posts aqui no F&F (Notaram que a culpa não é só minha por vocês aturarem os meus textos chatos?) e agora será a companheira que escolhi para trilhar o caminho ao meu lado.

Gostaria de deixar bem claro que isso aqui não é um adeus, é um até logo. Mas muitos de vocês (Os seis que costumam aparecer aqui) devem saber o quanto é complicado uma mudança. No inicio estarei sem PC (Alias tô vendendo o meu, alguém interessado?) o que dificultará o acesso a Internet e consequentemente a inclusão de novos posts. Segundo sugestão da amiga Babi© eu posso usar um bloquinho e uma caneta pra escrever (Não sei se ainda sei fazer isso!), mas acho meio complicado enviar cartas para todos com os textos.

Para finalizar, gostaria de desejar a todos um maravilhoso Natal e um grande 2005 e dizer que é uma grande dádiva tê-los como amigos (Mesmo que virtuais) e logo que eu esteja instalado voltarei a presenteá-los com algumas pérolas. (Exagerado!!)

Aproveitando a época novamente a campanha Faça-me Feliz esta no ar, afinal não custa tentar. Quer descobrir como ajudar nessa campanha? Clica aqui!

Voltaremos à nossa programação normal assim que nos for permitido...


.: Deixado ao acaso por Tïtto Dï Armanï, às 23:26 :. Duvido que você comente:

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Quinta-feira, Dezembro 16, 2004



Coisas Ciumentas de Casais

Sentado na sua poltrona na biblioteca da casa, uma caixa cheia de papéis no colo. A poltrona era presente dos filhos, dizia que queria uma poltrona para poder ser considerado pai. Como seria pai sem uma poltrona de pai? Ganhou a poltrona de tanto reclamar nos almoços de domingo. Os papéis da caixa, ninguém sabia. Sempre guardados a sete chaves. Naquele dia foi surpreendido pelo neto.

- Vovô, o que são esses papéis?
- Ah meu caro, coisas antigas de seu avô.
- Cartas vovô?
- Não, coisas que seu avô escrevia antigamente.
- Não sabia que o senhor era escritor.
- Não sou não, nunca tive essa pretensão. Essas são coisas que eu escrevia e publicava na Internet.
- O vovô tinha um site?
- Tive sim, mas não exatamente um site. Era chamado de blog.
- Blob???
- Blog, meu neto, Bê-élê-ó-gê. Diziam que era como um diário virtual, mas na verdade alguns eram mais do que isso.
- Entendi, mas então o que são esses papéis? Esses tais blogs não eram escritos no computador? O que aconteceu?
- Seu avô parou de escrever, abandonou o blog.
- Qual foi o motivo vovô?
- Sua avó. Um dia ela achou que eu escrevia pensando em outras. Resumindo, ciúmes!
- Não acredito vovô.
- Pois é, prometi que nunca mais ela leria uma linha do que eu escrevesse. Passei então a usar um bloco de papel e caneta. Depois disso, tudo que escrevi guardava nessa caixa.
- Nossa! Que besteira da vovó.
- Concordo meu neto, concordo...
- Bom vovô, vim até aqui avisar que a vovó esta chamando para o almoço.

Guardou os papéis, fechou a caixa e colocou-a dentro da estante trancando seus escritos a sete chaves os seus escritos. Foi até a sala de jantar onde estavam reunidos seus familiares. Durante o almoço ainda ouviu o neto falar baixinho.

- A vovó era terrível hein!

Voltemos à nossa programação normal...

PS: Não resisti... piadinha interna (risos)

.: Deixado ao acaso por Tïtto Dï Armanï, às 21:56 :. Duvido que você comente:

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Quarta-feira, Dezembro 15, 2004



Amantes Modernos


Ele arquiteto. Ela advogada. Passaram o dia esperando pelo encontro.

- Oi amor. Desculpe a demora, somente agora ela dormiu!
- E ela não notou você sair da cama?
- Que nada, dorme feito pedra. Alias, tem sido assim há muito tempo.
- Senti sua falta, muita saudade.
- Eu também. Como foi seu dia?
- Corrido, o escritório estava cheio. Vários prazos de processos a cumprir. E o seu querido?
- Alguns problemas com o pessoal da obra, mas consegui contornar.
- Sinto muito sua falta...
- E eu a sua...
- Até quando ficaremos nessa situação?
- Ainda não sei querida, mas logo poderemos passar todas as noites juntos.
- Recebeu meu e-mail?
- Lindo cartão amor, adorei! Você sempre carinhoso.
- É pra mostrar que penso em você o dia todo.
- Não respondi. Precisei ir ao fórum e não tive tempo de procurar um cartão para retribuir.
- Sem problemas querida, não faltarão oportunidades.



Nada foi dito por alguns instantes. Mas logo o silêncio foi quebrado.

- Maldita conexão! Vive caindo.
- Não se irrite querido, já disse para você contratar um serviço de ADSL.
- Eu sei, eu sei...
- Como está o tempo em Porto Alegre querido?
- Quente, finalmente. E aí em São Paulo?
- Garoa amor, garoa...

Voltemos à nossa programação normal...



.: Deixado ao acaso por Tïtto Dï Armanï, às 13:14 :. Duvido que você comente:

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Segunda-feira, Dezembro 13, 2004



Cala Boca e me Beija!

Encostou-se ao balcão e já ouviu o garçom:

- E aí catarina, boa noite!
- Opa catarina, boa noite.
- O de sempre?
- Sim, bastante gelo hein!
- Tá certo catarina!

Até agora não entendera. Não era catarinense, não falava cantadinho e mesmo assim o garçom insistia em chamá-lo dessa maneira, mas nunca questionara. Não queria que sua dose de uísque diminuísse de tamanho. Tinha saído de um outro bar, um amigo ligou dizendo que o Cancun estava "bombando". Sua dose de uísque chegou.

- Ó catarina, caprichada!
- Obrigado catarina. Viu o Fernando por aí?
- Tá lá do outro lado, perto da janela.

O Cancun tinha dois andares, uma casa antiga que havia sido transformada em um bar. Dizem que se você não vê alguém há muito tempo, basta ir até lá que com certeza irá encontrar, tamanho é a fama do lugar. Estava ali parado no balcão só olhando o movimento, já tinha reparado em uma ou duas mulheres que o interessaram, mas por enquanto precisava encontrar o amigo. Quando se afastou do balcão em direção ao local onde se apresentava a banda avistou Juliana. Morena de olhos verdes, dezoito anos, corpo perfeito, bumbum empinado seios firmes e volumosos, uma ninfeta. Os óculos! Estava esquecendo-me dos óculos! Seu ponto fraco, mulheres lindas e de óculos. Estava cercada de homens que a cortejavam. Tiveram um affair há algum tempo, mas não durou muito. Quando ela o avistou, veio em sua direção.

- Oi Luiz Carlos.
- Olá Ju, tudo bem?
- Quanto tempo, anda sumido.
- Na verdade não, apenas procurando novos lugares.
- Ah sim, novos locais de caça!

Esqueci de mencionar que muitas mulheres o achavam um canalha e Juliana era uma dessas mulheres.

- Não é bem assim...
- Onde estava agora?
- Estava em um aniversario, lá no Princess.
- Aniversário é?
- É aquilo que as pessoas comemoram uma vez por ano, sabia?
- Sempre irônico. Mas e quem era ela?
- Ela? A aniversariante? Você não conhece...
- Não a aniversariante, a mulher que você estava beijando?
- Beijando? Eu? Tá doida?
- Você sim, o que é esse brilho nos seus lábios?

Ele passou a mão nos lábios, não sabia do que a mulher falava. Mas entender mulheres nunca foi o seu forte mesmo. Ela afastou-se e voltou a conversar com o cara com quem estava conversando antes, mas sempre que podia olhava com certa fúria para o Luiz Carlos. Não demorou muito ela retornou.

- Você é um safado!
- Eu? O que foi que eu fiz?
- Onde você estava? Vai fala!
- Em um aniver...
- Não me engana Luiz Carlos! Vamos, desembucha!
- Bem...
- Arrá! Eu estava certa!
- Certa? Mas você nem...
- Você é um canalha, não me engana...
- Você não me deixa falar na...
- Nem precisa falar! Você não me engana mais!
- Calma aí...
- Eu estou calma!

Já não tinha muito a fazer, aquela mulher na sua frente falando sem parar. Reclamava sem parar de algo que ele não tinha feito. Brilho nos lábios? De que brilho ela estava falando? Começou a avaliá-la. Era linda e ficava mais linda ainda quando nervosa. Outros ali a desejavam e agora a sua atenção era dele.

- O que você ta fazendo? Não tira os meus óculos! Ei!
- Sabe Ju, adoro mulheres de óculos. Mas eles atrapalham para beijar.

Pois é. Podia ser canalha, mas sabia como ninguém aproveitar uma oportunidade. Desfilou a noite toda pelo bar com aquela mulher linda, passou uma noite maravilhosa. No outro dia, bom no outro dia como era de praxe, nem telefonou.


Voltemos à nossa programação normal...


.: Deixado ao acaso por Tïtto Dï Armanï, às 13:34 :. Duvido que você comente:

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Quinta-feira, Dezembro 09, 2004



Mais Verissimo!

Esse aqui:


Mais esse aqui:


Com esse aqui:


Esse aqui também:


Com esse aqui que eu já tinha:


Hum... consumismo! Mas fazer o que?

Agora só falta esse aqui eu não achei:


Voltemos à nossa programação normal...

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Sexta-feira, Dezembro 03, 2004



Coisas Vingativas de Casal

A Malu sempre gostou do Estação, desde quando ele foi inaugurado, na época que ainda era um centro de entretenimento e não um shopping. Logo ali na entrada tem o teatro de bonecos, passava horas assistindo as peças encenadas pela companhia Dr. Botica. Muitas vezes ia ao cinema sozinha, as melhores salas de cinema da cidade diziam. Hoje, remodelado e com várias lojas acabou sendo o refugio de Malu. Refugio? Em um shopping? Mas com tanta gente?

É que Malu tem andado sem chamar atenção, ultimamente ela vai até lá e fica observando vitrines, passa na livraria e escolhe um título novo para a sua biblioteca, começa a folhá-lo ali no café, próximo ao restaurante chinês. Senta pede um café com creme. Foi em um dia desses quanto degustava o seu café com creme e lia Verrissimo que ela teve uma surpresa.

- Olá Malu.
- Você?
- Posso sentar?
- Pode

Continuou a ler, sem dar muita importância a ele. Foram alguns minutos de silêncio quebrados apenas pelo chamado de Malu. A garçonete aproximou-se para anotar o pedido.

- Por gentileza, mais um café com creme. Grata.
- Você sempre adorou café com creme.
- Quer algo para você?
- Um Irish Coffee, por favor.

A Moça anotou os pedidos e saiu rapidamente.

- Nossa, você tá bem Carlos Alberto?
- Pra falar a verdade, estou sim.
- Quer conversar sobre o assunto?
- Tenho vergonha...
- Vergonha Carlos Alberto?
- É de tudo que aconteceu. Da maneira como aconteceu. Acho que...
- Você brigou com a Fernandinha!?
- Na verdade...
- A Fernandinha te deu um belo pé na bunda!?
- Não, é que...
- A Fernandinha te botou chifres!?
- Posso falar?
- É claro, claro. Fale!
- Ela voltou para o ex-namorado, disse que estava confusa e que descobriu que era ele quem realmente ela amava.
- Sério!?
- Claro Maria Luiza! Não brincaria com isso.
- Me desculpe, tenho que ir...

Maria Luiza pegou sua bolsa e o Verrisimo, saiu socando o ar com um sorriso no rosto. Esqueceu até do seu café com creme e a conta... Bom quem pagou a conta foi o Carlos Alberto!

Voltemos à nossa vingança programação normal...

.: Deixado ao acaso por Tïtto Dï Armanï, às 10:54 :. Duvido que você comente:

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Quinta-feira, Dezembro 02, 2004



Coisas Absurdas de Casal

Fazia algum tempo que Malu não via o Carlos Alberto, foram algumas semanas, várias caixas de lenços de papel e muitos calmantes. Certo dia a Malu estava lá no Shopping Estação procurando um presente para a sua amiga Fernandinha que faria aniversário no dia seguinte. Olhando a vitrine da livraria Malu estremeceu, suas pernas bambearam, era o Carlos Alberto lá dentro escolhendo um livro. Tentou acalmar-se, mas desde o ocorrido no café não o tinha visto mais. Não demorou muito para que Carlos Alberto percebesse a presença de Malu. Acenou. Ela retribuiu nervosa. Pensou consigo que devia ir até lá dentro, mas o pensamento foi mais lento que suas pernas.

- Olá Carlos Alberto, como vai?
- Olá Maria Luiza, tudo bem com você?
- Que coincidência te encontrar por aqui, há muito tempo que não te encontro.
- É, mudei alguns hábitos.
- Quer dizer, parou de freqüentar os mesmos lugares pra não correr o risco denos encontrarmos.
- Não é isso...
- Sei, sei...
- Alias, eu ia te ligar, precisava conversar com você.
- Iria me ligar é? Qual o motivo?
- Bom, é que precisava conversar com você.
- Sobre?
- Sobre aquele dia no café, sobre a Fernandinha.
- Esquece Carlos Alberto, eu fui infantil, uma tola.
- Não, não é isso...
- Eu não devia ter pensado aquilo, minha terapeuta até disse que eu exagero às vezes.
- É que...
- Mas isso tudo é possessividade, segundo ela. Que eu devo evitar essas atitudes.
- Bom, eu queria te dizer que...
- Que esse meu lado destrutivo acaba atingindo quem está próximo, e que depois acabo me arrependendo.
- Pois é, mas...
- Mas eu mudei Carlos, estou reavaliando tudo o que aconteceu. Realmente precisamos conversar.
- É, mas...
- Mas que tal conversar sobre isso outra hora, que tal amanhã? Você passa lá em casa e nós vamos juntos ao aniversário da Fernandinha.
- Maria Luiza...
- Alias, ela te convidou não é?
- Convidou sim, mas...
- Então, combinados?
- Na verdade não vai dar...
- Como assim não vai dar?
- É o que eu to tentando explicar pra você.
- O que ta tentando explicar?
- Bom, depois daquele dia no café eu e a Fernandinha saímos...
- Saíram?!?!?
- É, ela foi muito atenciosa, simpática e companheira. E acabamos ficando.
- Ficandooooo?!?
- Na verdade estamos namorando.
- Poxa! Que bacana! Vocês formam um lindo casal.
- Nossa Maria Luiza! Achei que sua reação seria outra.
- Falei que mudei...
- Bom, tenho que ir Malu. Nos vemos amanhã na festa então.
- É, nos veremos lá.
- Tchau Malu!
- Tchau Carlos Alberto.

Ele saiu, sorrindo. Acho que até socou o ar como se estivesse feliz. Pelo jeito serão outras várias semanas, muitas caixas de lenços de papel e várias comprimidos para dormir.

Voltemos à nossa depressão programação normal...

.: Deixado ao acaso por Tïtto Dï Armanï, às 10:04 :. Duvido que você comente:

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Quarta-feira, Dezembro 01, 2004



Consumismo

Estava sem nada interessante pra ler, entrei em uma loja de conveniências. Não resisti... Comprei!



E depois de começar a ler, notei o quão sem graça são minhas piadas!

Voltemos à nossa programação normal...

.: Deixado ao acaso por Tïtto Dï Armanï, às 14:47 :. Duvido que você comente:

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©2004 Tïtto Dï Armanï - Todos os direitos e créditos reservados. [NEOQEAV]
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